Federação Internacional de Ginecologia diz que norma do CFM que restringe acesso ao aborto legal é 'antiética'

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Federação Internacional de Ginecologia diz que norma do CFM que restringe acesso ao aborto legal é 'antiética'

Durante a residência médica, o residente é inserido em um ambiente hospitalar de alta complexidade, vivenciando a rotina de atendimento a pacientes, participação em cirurgias, plantões, seminários acadêmicos e atividades de ensino. Essa imersão prepara o residente para situações reais e urgentes, caracterizando uma rotina intensa e enriquecedora. A área de Ginecologia e Obstetrícia permite ao especialista se subespecializar em campos como Medicina Fetal, Uroginecologia, Oncologia Ginecológica e Reprodução Humana, dentre outros. Essas subespecialidades oferecem possibilidades de atuação mais específicas e aprofundadas sobre determinados assuntos da saúde feminina. Ser um ginecologista obstetra significa enfrentar desafios inerentes à responsabilidade de guiar mulheres por momentos tão vitais quanto o nascimento ou procedimentos complexos. A habilidade de lidar com situações de alta tensão e tomar decisões acertadas sob pressão é vital. Por outro lado, a recompensa vem na forma de gratidão e confiança que pacientes depositam em seus médicos, contribuindo para uma carreira repleta de realizações e significado.

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Sem contar que é ali, naquela telinha preta e branca (que a princípio parece não nos deixar ver nada!) que podemos conhecer nosso bebê antes mesmo que ele nasça, inclusive ouvindo as batidas daquele pequeno coração. A Ginecologia é a especialidade médica que se concentra na saúde do sistema reprodutor feminino. Ginecologistas são os especialistas que diagnosticam, tratam e previnem doenças relacionadas ao útero, ovários, trompas de falópio e vulva. Além disso, o papel do ginecologista vai além da abordagem puramente clínica, estendendo-se a questões de saúde sexual e reprodutiva, incluindo métodos contraceptivos, diagnóstico e tratamento de DSTs e acompanhamento em fases como a menopausa. Essa dúvida é bastante comum entre pacientes que procuram esses profissionais para uma consulta. Mas, no geral, a Ginecologia e a Obstetrícia são especialidades que caminham de mãos dadas, já que as duas atuam no tratamento e na prevenção de doenças que afetam as mulheres e na promoção da saúde feminina.

NuMA - Núcleo de Medicina Afetiva

Isso porque, durante o parto, os profissionais trabalham em conjunto com a equipe de enfermagem para garantir um parto seguro e saudável. Além disso, são responsáveis por fornecer aconselhamento sobre saúde sexual e reprodutiva, incluindo opções de contracepção, planejamento familiar e menopausa. Eles ainda realizam procedimentos cirúrgicos, como histerectomias, cesarianas, cirurgias de miomas e tratamento de câncer de ovário e câncer uterino. Após a confirmação da gravidez, a consulta com o obstetra deve acontecer pelo menos 1 vez por mês ou de acordo com a recomendação médica, até a semana 35. A partir daí, as consultas podem ser feitas a cada 8 ou 15 dias dependendo de cada caso.

Quais são as subespecialidades dentro da Ginecologia e Obstetrícia?

"Não é absolutamente necessário, mas se quer fazer tudo bem", comenta a ginecologista obstetra Julia Freitas. Esse tipo de exame poderia facilmente ser chamado de "ultrassom social", pois muitas vezes fazemos para poder mostrar as imagens (que, sim, são fofas!) para familiares e pessoas próximas. A consulta com um ginecologista deve ser um momento calmo e seguro para que a mulher se sinta confortável e consiga expressar suas dúvidas, preocupações e sintomas com liberdade. Também é uma consulta muito importante para a jovem, porque essa é a hora de esclarecer dúvidas sobre a menstruação, receber auxílio quanto a cólicas e, dependendo da idade, já ser iniciada na educação sexual. A cada ano formam-se novos especialistas que, ao concluírem suas residências médicas, lançam-se num campo competitivo e dinâmico que é a Ginecologia e Obstetrícia. O reconhecimento da importância desses profissionais na medicina é evidenciado não somente pelo respeito e admiração que conquistam, mas também pelo patamar de remuneração que podem alcançar.

Procedimentos cirúrgicos em ginecologia

O Tua Saúde é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde, nutrição e bem-estar. As informações publicadas não devem ser utilizadas como substituto ao diagnóstico ou tratamento especializado, e não dispensam a consulta com um médico. O corrimento marrom é normal nos últimos dias da menstruação, no entanto também pode ser sinal de endometriose, ovários policísticos e até de condições de saúde mais graves. Saiba quando o  corrimento marrom é normal, se pode ser sinal de gravidez e quais as causas mais comuns. O ginecologista pode ainda fazer curetagem como exame diagnóstico ou ainda para limpar o útero após um aborto incompleto. Além disso, é importante pesquisar e consultar a credibilidade do atendimento prestado pela internet.

  • Não é um documento oficial, porém mostra que a gestante está bem informada e atenta a possíveis divergências.
  • É comum que no início da vida sexual as meninas procurem orientação de um ginecologista, pelas dúvidas que podem surgir em relação aos riscos de doenças sexualmente transmissíveis e também para iniciar o uso de métodos contraceptivos.
  • Conhecer as especificidades da ginecologia e da obstetrícia é bem importante para procurar o médico mais adequado, de acordo com o que você precisa.
  • Mas quando o assunto é prevenção, torna-se importante consultar um ginecologista anualmente para realizar um check-upe garantir que todos os resultados estão normais, evitando complicações no futuro.
  • Marque sua consulta com um ginecologista ou obstetra pelo site do MEDPREV ou pelo aplicativo e esclareça qualquer dúvida que tenha restado.
  • Essa dúvida é bastante comum entre pacientes que procuram esses profissionais para uma consulta.
  • Neste âmbito, a gestão empresarial e a qualidade no atendimento ao paciente tornam-se aspectos imprescindíveis.
  • Para manter uma rotina saudável e preventiva, recomenda-se que a mulher vá pelo menos uma vez ao ano ao ginecologista, para que ele possa avaliar quais exames são necessários e garantir uma boa saúde sexual, reprodutiva e hormonal.
  • A ginecologia, considerada a ciência da mulher, é a especialidade médica responsável por estudar, diagnosticar e tratar questões fisiológicas e patológicas da saúde feminina, especificamente à do aparelho reprodutor (ovários, vagina e útero) e mamas.

Além disso, a federação argumenta que a proibição contraria o princípio ético da não maleficência e viola o direito das mulheres de acessar tecnologias científicas modernas para um aborto seguro. Nós sabemos que, dependendo do parto desejado, é sim preciso investir uma quantia de dinheiro, mas há alternativas para que você tenha o parto escolhido de forma segura e dentro da sua realidade financeira. "Primeiro de tudo, saiba que há grandes chances de você ser demitida alguns meses após seu retorno da licença-maternidade", revela Rita Monte, terapeuta somática fundadora da Escola de Mulheres Criadoras. Triste, mas é a realidade da maioria e, sim, você pode se preparar para lidar com isso, caso aconteça.

Normalmente, o primeiro contato das mulheres com os profissionais de ginecologia acontece na adolescência, quando o pediatra não é o médico mais adequado para acompanhar e solucionar questões que envolvem, por exemplo, o início da vida sexual. Então, ginecologistas são profissionais especializados que prestam atendimento e dão especial atenção à saúde da mulher. Com a aproximação da data provável do parto, o obstetra orienta a gestante sobre o melhor tipo (vaginal ou cesariana) considerando tanto o desejo da mulher quanto eventuais fatores de risco para cada caso. Tanto o ginecologista quanto o obstetra são médicos que cuidam da saúde da mulher, de forma que suas funções acabam se sobrepondo no dia a dia.

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A saúde reprodutiva feminina exige uma abordagem especializada e cuidadosa, que inclui desde a prevenção até o tratamento de condições específicas. A escolha de um médico especializado tanto em ginecologia quanto em obstetrícia é fundamental para assegurar um atendimento integral que cubra todas as fases da vida reprodutiva da mulher e o pós-menopausa. Sim, muitos obstetras são ginecologistas também, já que a formação nessas duas áreas costuma ser integrada. A maioria dos médicos dessa área recebe treinamento em ambas as especialidades e pode oferecer uma variedade de serviços relacionados à saúde reprodutiva feminina. Apesar de suas diferenças, as especialidades de obstetrícia e ginecologia são complementares, abordando diferentes aspectos da saúde reprodutiva feminina, mas ambas focadas no cuidado integral da mulher. A obstetrícia se concentra em cuidar de mulheres grávidas, no parto e no pós-parto imediato, enquanto a ginecologia lida com o diagnóstico e tratamento de doenças do sistema reprodutivo feminino. A Ginecologia e a Obstetrícia são, assim, essenciais para a promoção de uma assistência médica qualificada e humanizada, tendo um impacto significativo na qualidade de vida das mulheres. Em check-ups com ginecologistas, as mamas também são examinadas em busca de caroços. Por isso, é importante ressaltar que o câncer de mama é uma doença também muito comum às mulheres. Isso porque ela é responsável por acompanhar o período gestacional, o parto e até o pós-parto.  Ponto de Saúde ginecologista volta redonda  de que, geralmente, as especializações aproximam bastante as duas áreas e, por isso, hoje a maioria dos ginecologistas são, também, obstetras. Este profissional proporciona um espaço seguro para discutir as mudanças naturais do corpo da mulher, esclarecer dúvidas sobre sexualidade e tratar questões hormonais e reprodutivas. A Ginecologia cuida do aparelho reprodutor da mulher, abrangendo o útero, os ovários, a vagina, etc. — mas não se limita a isso. É a especialidade responsável por estudar, diagnosticar e tratar as principais doenças que acometem as mulheres, incluindo aquelas que ocorrem nas mamas, por exemplo. Essa separação de áreas foi fundamental para que a saúde da mulher passasse a ser contemplada em estudos e tratamentos de forma mais completa. Ainda assim, a residência médica contempla as duas especialidades juntas ao longo da formação, porque, de fato, elas são interligadas. A proibição da assistolia fetal –com o consequente risco de nascimentos vivos resultantes do aborto legal– prejudica o acesso aos cuidados de aborto seguro, diz a Federação. A Figo alerta, ainda, que a proibição da assistolia fetal impede o acesso a cuidados de aborto de qualidade para mulheres com gestações avançadas, aumentando os riscos de complicações graves e mortalidade.